Dia 9 - Sábado, 28 de Maio de 2022

CAPADÓCIA-IHLARA-KONYA Nos limites da Capadócia visitaremos o Vale de IHLARA, a frescura de suas águas, suas igrejas e povoados escavados na rocha.

Posteriormente continuaremos nossa rota, faremos uma parada em um antigo Caravançarai do século XIII antes de chegar a KONYA onde visitaremos o Mausoléu de Mevlana, aqui conheceremos a seita dos Dervixes (ingresso incluído). Jantar incluído.

À noite, sugerimos que você assista no centro cultural na dança dos derviches girando.



 

“Ihlara Valley (Ihlara Vadisi ou Vale Ihlara) é um oásis na árida, porém linda, Capadócia, interior da Turquia. Este é o maior desfiladeiro da região da Anatólia, com profundidade que chega a 100 metros, formado pelo Rio Melendiz há milhares de anos.”

“Além de sua beleza natural, o Ihlara Valley foi um importante centro religioso durante os primeiros anos da expansão do Cristianismo na região. A proteção natural fez do lugar uma importante base para aqueles que fugiam da perseguição aos cristãos. Por isso, a partir do Século IV, surgiu ali uma série de monastérios, repletos de igrejas cravadas nas rochas com importantes afrescos, que podem ser visitadas até hoje.” Rafael Carvalho, Jornalista



Em Konya, o Museu de Mevlâna, instalado em um antigo monastério dervixe, guarda o Mathnawi, seis livros que ensinam a filosofia de união espiritual e do amor universal do poeta Rumi.

Denominada Sema, a impressionante cerimônia dos dervixes é protagonizada pela ordem ascética sufista Mevlevi, corrente mística do islamismo, fundada em 1273, em Konya, região da Anatólia, na Turquia, a partir de onde gradualmente se difundiu pelo Império Turco-Otomano.

A ordem sufista Mevlevi foi inspirada pelo mestre espiritual ulama ; guardião, intérprete e erudito do islã Celaleddin-i Rumi (1207-1273), também conhecido como Mevlâna, poeta persa entre os mais importantes pensadores do misticismo turco-islâmico.



“Rodopiam alucinadamente em sentido anti-horário. Em círculo, os dervixes trazem longos chapéus cônicos, que simbolizam o túmulo do ego;. Renascidos espiritualmente para a viagem da verdade, como piões libertos de suas capas pretas, deixam que as tradicionais vestes brancas flutuem sobre o maleável corpo em jejum. O pé direito comanda o giro, impondo pequenas torções sobre o pé esquerdo. Os braços se abrem, a mão direita se eleva ao céu, pronta para receber a energia divina que fluirá pela palma da mão esquerda, virada para a terra. O olhar embaralhado sem foco vaga ao alcançar, em êxtase, a união perfeita com Deus, a libertação de toda agonia e dor humana do estar e desejar.”

“A embriagante dança dos dervixes que rodopiam é carregada de simbologia e se inicia com a melodia da flauta de bambu; ;ney; ;, que espalha o ;sopro de Deus; e se junta ao ;duvar; ; tambor ; aos pratos e ao ud. O ambiente se enche com o recitar da Na;t-i Serif, que louva o profeta Mohammed, os outros profetas que antes dele chegaram, e a Deus, que tudo criou.” Bertha Maakaroun, Correio Braziliense


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