Dia 4 - Segunda, 23 de Maio de 2022

ISTAMBUL-ÉFESO-KUSADASI Saímos cedo de Istambul, cruzamos por ferry rápido (horários variáveis de acordo com as estações e meses) o Mar de Mármara, depois de aproximadamente duas horas de travessia, chegaremos ao porto de BANDIRMA (ou Yalova de acordo com os horários) e continuamos a percorrer o interior da Turquia. No início da tarde chegamos à ÉFESO, a cidade antiga mais bem preservada da Ásia Menor.

Conheceremos a Basílica de San Juan, depois a casa da Virgem Maria e o sítio arqueológico (ingressos incluídos). Em seguida continuaremos a KUSADASI, popular cidade com pequeno castelo localizada na costa com excelente ambiente e vida comercial. Jantar incluído e hospedagem.



 
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“O grande problema de visitar as ruínas de Éfeso, a três quilômetros de Selçuk, é perder a tarde inteira sentado em frente à biblioteca de Celsus. O lugar hipnotiza o turista mais atento. Inicialmente a grandiosidade é que chama a atenção, mas, com o tempo, os detalhes vão aparecendo.”

“O ingresso para ver o que sobrou da cidade, que já teve 250 mil habitantes e foi a capital romana da Ásia Menor, custa US$ 6. São mais de 40 atrações com muita história para contar.” Décio Galina, Editor de conteúdo da revista Forbes

Com uma história extensa que remonta a mais de 3.000 anos antes de Cristo, não é de se estranhar que Éfeso tenha sido a morada de tantos povos diferentes. Foi libertada dos persas por Alexandre, o Grande, passou pelo domínio egípcio e por fim aos romanos (em 133 a.C). Como possuía um dos portos mais importantes, a cidade enriqueceu e se transformou na capital da Ásia menor – e a segunda em tamanho e importância, perdendo apenas de Roma. *Éfeso chegou a ter 400 mil habitantes;

Ephesus, Western Turkey, The Harbor and City Center, 2nd Century AD - Archaeology Illustrated



No período Bizantino (395–1071) continuou a ser a cidade mais importante, ainda que em 614 fosse quase toda destruída por um terremoto.

O famoso e importante porto foi assoreando e as pessoas começaram a deixar a cidade. Então começaram as disputas entre árabes, turcos seljúcidas (uma tribo nômade) e bizantinos. Após o período turbulento, a região foi incorporada ao Império Otomano em 1425.

Atualmente, caminhando pelas ruínas, é possível, imaginar o dia-a-dia da população dessa outrora importante cidade. São locais de banho, ginásio, teatros, casas, biblioteca, templos dos imperadores, igrejas, bordel, latrina, portões, ágora comercial e um dos mais avançados aquedutos para suprir diferentes áreas.


E todos os anos cerca de dois milhões de fiéis sobem o Bülbül Dagi (Monte Rouxinol, em turco) para conhecer aquela que teria sido a última residência de Maria, mãe de Jesus, levada lá por São João alguns anos depois da crucificação.

Apesar de não haver confirmações irrefutáveis, todos os indícios levam a crer que ela teria passado seus últimos anos lá. Afinal, no começo do Cristianismo as igrejas só eram construídas onde havia mártires ou santos, e sempre no nome deles. E em Éfeso ficava a única igreja atribuída a Maria, que ainda hoje pode ser visitada. Os arqueólogos também já comprovaram a data da construção.

Vale lembrar ainda que Éfeso tinha uma das sete igrejas listadas no Apocalipse, junto a Esmirna, Pérgamo, Sardes, Tiatira, Filadélfia e Laodiceia e uma das sete maravilhas do mundo antigo, o esplendoroso Templo de Ártemis.


“Quem vai a Istambul tem duas boas razões para dar uma "esticadinha" até a costa turca: as praias de água azul-turquesa e as ruínas de construções dos diversos povos que viveram na região.”

“O litoral tem vários "points" ideais para mergulho e caça submarina. Quanto às ruínas, a região reserva surpresas, como duas das sete maravilhas da antiguidade. Nomes que são normalmente associados à história da Grécia na cabeça das pessoas são, na verdade, localidades da Turquia, como Êfeso, Tróia, Mileto, e Pergamon.”

“A viagem pelo Egeu começa em Kusadasi, uma antiga vila de pescadores cuja única atração era a fortaleza da ilha dos Pombos, ligada ao continente por um píer. Hoje, a cidade é um shopping a céu aberto, com restaurantes e lojinhas. Silvio Cioffi, Edito de Turismo, Folha de São Paulo.


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