R I O D E J A N E I R O

História

Originalmente habitada pelos índios Tamoios e Temiminós, a cidade do Rio de Janeiro foi citada, pela primeira vez, pela expedição de Gaspar de Lemos, quando Gonçalo Coelho, responsável pelo reconhecimento da terra, imaginou que a Baía de Guanabara fosse a foz de um grande rio, era janeiro de 1502, dessa união surgiu o nome Rio de Janeiro (nome que só aparece nos documentos em 1522), contudo, a cidade só seria fundada mais tarde.


Da Gavea, olhando para o Leblon e Ipanema
Clique na imagem para amplia-la

 


Copacabana
Clique na imagem para amplia-la

Antes de sua fundação, em novembro de 1555, os franceses, comandados por Nicolau Durand de Villegagnon, aportaram na Ilha da Lage e fundaram a chamada França Antártica, visando, principalmente, o comércio do rentável pau-brasil.

Durante cinco anos, os franceses permaneceram no local, onde, posteriormente, seria fundada a cidade do Rio de Janeiro, conquistaram a amizade dos índios Tamoios, que apoiaram os franceses nas lutas contra os portugueses, em termos de construções, edificaram muros, armazéns, casas e o Forte denominado Coligny.

Contudo, diversos problemas de adaptação aliados a falta de apoio da corôa francesa, enfraqueceu os franceses, e fez com que Villegagnon retornasse à França, culminando com a retomada do local pelos portugueses, em março de 1560, liderados por Mem de Sá, que navegou de Salvador (capital à época) até o Rio de Janeiro, reunindo homens pelas capitanias que passava, e reforçado por tropas vindas da Capitania de São Vicente (atual São Paulo).

O forte Coligny foi destruído pelos portugueses, para evitar que os franceses voltassem ao local, somente, em 1º de março de 1565, Estácio de Sá (sobrinho de Mem de Sá) voltou à Baia de Guanabara, e em companhia dos jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega, de índios Tupiniquins, mamelucos e soldados, começou a erguer um singelo cercado, num istmo localizado entre o Morro Cara de Cão e a Urca, batizando o local de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao rei menino de Portugal, D. Sebastião.


Rua Primeiro de Março
Clique na imagem para amplia-la

Edificou-se, inicialmente, uma cidade fortificada para proteger-se de novas incursões dos franceses e dos índios tamoios, que eram inimigos dos portugueses. Dois anos depois, ergueu-se o Forte São Januário, rebatizado como Forte São Sebastião, localizado no Morro Castelo, que além de possuir área suficiente para abrigar todos os moradores, ostentava visão privilegiada da Baía de Guanabara.


Praia e Morro do Leme
Clique na imagem para amplia-la

A partir de 1570, parte da elite carioca resolveu descer o Morro Castelo, e fixar-se na várzea, surgindo a primeira rua de acesso ao morro, a Rua da Misericórdia (atualmente no Largo da Misericórdia), apenas as famílias mais pobres permaneceram no Morro Castelo (até 1922).


Morro Castelo
Clique na imagem para amplia-la

Em 1573, foi inaugurado o Colégio da Companhia de Jesus, fundado pelo jesuíta Manuel de Nóbrega, com objetivo de formar novos missionários e de ensinar os filhos dos moradores da cidade, em 1584, a igreja da Ordem de São Bento também se instala no Rio de Janeiro.


Laranjeiras

Em 1582, foi fundada a Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro pelo Padre Anchieta (que também fundou a cidade de São Paulo), segundo os historiadores, no local, atendeu tripulantes da esquadra de Castella, que estavam enfermos, tratando com medicamentos naturais no local onde se ergueu a Santa Casa.

Em 1646, os vereadores cariocas decidiram arrecadar fundos para a construção da fortaleza da lage, situada na ilha do mesmo nome, para a defesa da cidade contra as invasões estrangeiras (franceses e holandeses). O dinheiro necessário à construção foi levantado por intermédio da venda de terrenos localizados entre a Praia de Santa Luzia e o Morro de São Bento.

À época, o porto do Rio de Janeiro já era um lugar bem movimentado devido a exportação de cana de açúcar e a importação de escravos africanos, e em 1689, a cidade adquiriu autonomia administrativa e poder político, obtendo jurisdição sobre as capitanias localizadas no sul e sudeste do Brasil, nesse ano, foi criada a Casa da Moeda no Rio de Janeiro.

Em 1750, foi construído o aqueduto (Arcos da Lapa) para levar água do Rio Carioca para a cidade, sendo despejada no chafariz localizado no Largo da Carioca, o aqueduto foi construído em estilo romano, contando com uma fileira dupla de arcadas.


Arcos da Lapa
Clique na imagem para amplia-la

Em 1763, a capital do então Vice-Reino transferiu-se de Salvador para o Rio de Janeiro, que à época apresentava posição de destaque para a corôa portuguesa, principalmente, em virtude do escoamento do ouro extraído de Minas Gerais.


Morro do Castelo
Clique na imagem para amplia-la

No ano de 1779, foi aterrada a Lagoa do Boqueirão (no local eram lançados os dejetos da cidade), dando origem ao primeiro jardim público do Brasil (reformado em 1862 e 2004), construído pelo mineiro, Mestre Valentim, o local conta com o Chafariz dos Jacarés, também conhecida como Fonte dos Amores (a primeira fundição em bronze do Brasil), onde há dois jacarés e três garças que jorram água.

Em 1807, as tropas de Napoleão Bonaparte invadiram Portugal e marcharam rumo a Lisboa, obrigando que a corte portuguesa colocasse em prática a idéia que já vinha sendo ensaiada (segundo os historiadores), de transferir-se para o Rio de Janeiro.

De 1808 a 1821, durante a estadia da família real, o Rio de Janeiro ganhou grande impulso, além do vultoso aumento demográfico (de 50 para 150 mil habitantes), já que toda estrutura político-administrativa foi transferida para o Brasil, a cidade vivenciou diversos melhoramentos: inauguração da Biblioteca Nacional, Jardim Botânico, Escola Real de Ciências, a Escola de Medicina, etc

Em meados do Séc. XIX, o Rio de Janeiro começava a registrar os seus primeiros cortiços, proibidos em 1876, ocupados, na maioria, por escravos libertos, também se encontravam nas ruas escravos, que ofereciam serviços, ficando com parte da renda para si e parte para o seus senhores.

Em 1871, foi inaugurado, com um baile de máscaras, o Teatro Imperial Dom Pedro II, situado na atual Rua 13 de Maio, onde os cariocas podiam apreciar a apresentação de peças, e na maioria de óperas, o teatro perdeu o seu encanto com a inauguração do Teatro Municipal, em 1909.


Teatro Municipal - Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

Entre 1861 e 1874, foi reflorestada a Floresta da Tijuca, que foi desmatada para a plantação de café, foram plantadas cerca de 100 mil mudas, a idéia era manter os mananciais de água, que começavam a escassear em virtude do desmatamento.

Em 1890, a população da cidade já ultrapassava a casa dos 500 mil habitantes, a maioria, mestiços. Com a construção da estrada de ferro entre os anos de 1861 e 1890, ampliou-se a periferia do Rio de Janeiro, formando-se novos bairros: Engenho de Dentro, Piedade, Cascadura, Madureira, Bonsucesso, Olaria, Vigário Geral, etc.


Rio de Janeiro - Foto Marc Ferrez

Em 1892, foi inaugurado o túnel Alaor Prata, que chegava a Copacabana (a conhecida Princesinha do Mar), à época, começaram a pipocar os primeiros hotéis de veraneio em Copacabana que, até então, ficava isolada pelas encostas do Morro do Barroso e Leme, Copacabana era uma imensa restinga isolada da cidade.

No ano de 1903, ocorreu o chamado "Bota Abaixo", a partir da demolição de casarões antigos localizados no centro da cidade para a construção da Avenida Rio Branco, boa parte dos moradores despejados, e soldados vindos do Movimento de Canudos, começaram a construir barracos de madeira no Morro da Providência, iniciando a primeira favela do Rio de Janeiro.

Em 1917, por incrível que possa parecer, o prefeito Amaro Cavalcanti estabeleceu, por meio de decreto, horário para banho de mar, o carioca que quisesse aproveitar a praia deveria acordar cedo, de manhã, era permitido o banho das 6 às 9hs (abril a nov.), e das 5 às 8hs (dez. a março), no período vespertino, os horários eram 16 às 18hs (dez. a março) e das 17 às 19hs (abril a novembro).

A pretexto de preparar a cidade para a exposição internacional de 1922, a prefeitura, sob a batuta do prefeito Carlos Sampaio, decidiu remover o Morro Castelo, berço da cidade do Rio de Janeiro, no local foram edificados os pavilhões da exposição internacional, e a terra retirada serviu para aterrar parte da Urca, Jockey Club, Lagoa Rodrigo de Freitas e na área onde seria erguido o Aeroporto Santos Dumont.

1895 - (Foto tirada do morro do Castelo) - Em primeiro plano, o Largo do Paço e seu entorno: à esquerda, as torres da igreja da Ordem Terceira do Carmo, e da Capela Imperial, os fundos do Convento do Carmo, o arco do Teles; mais à direita, o Paço visto por trás, a Rotunda (onde foram expostos painéis de Victor Meirelles), a igreja de São José e a Secretaria de Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Clique na imagem para amplia-la

Em 1930, os casinos eram os locais mais frequentados, e falados, pelos cariocas, destacando-se o Casino Atlântico, o Cassino de Copacabana e o Cassino da Urca, onde Carmen Miranda começou a carreira, cantando músicas de Ari Barroso, porém, em 1946, o Presidente Eurico Gaspar Dutra proibiu os cassinos no país, situação que se perdura até os dias de hoje.

 


Botafogo, A. Malta, em c. 1928 ("Fotografias do Rio de Ontem")
Clique na imagem para amplia-la

 


Avenida Rio Branco
Clique na imagem para amplia-la

 


Rio Anos 40
Clique na imagem para amplia-la

No ano de 1942, em virtude da participação do Brasil na II Guerra Mundial, adotou-se o blackout na cidade, que tinha dois objetivos, o primeiro, economizar eletricidade; o segundo, evitar ataques inimigos, a gasolina só era utilizada nos carros oficiais, havia racionamento de carne, leite e derivados.

Em 1950, foi inaugurado o maior estádio de futebol do Mundo, o Maracanã, à época outras obras ocorreram no Rio de Janeiro, especialmente, em virtude da Copa do Mundo promovida pelo Brasil, como a remodelagem da Floresta da Tijuca e da Praia Vermelha.

O XXXVIII Congresso Eucarístico Internacional foi realizado no Rio de Janeiro, em 1955, para a realização do evento foi necessário aterrar parte da baía da Guanabara, onde se construiu um Altar para as celebrações religiosas, das quais participaram mais de 1 milhão de pessoas, vindas de todas as regiões do país e do exterior.

Em 1956, no Bar Vilarino, localizado na Avenida Graça Aranha, Centro do Rio de Janeiro, nasceu uma das mais formidáveis parcerias musicais entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes, a música "Chega de Saudade", de 1958, é considerada o marco inicial da bossa-nova.


Tom Jobim, VInicius,..a turma da Bossa Nova

Na Rua Nascimento e Silva 107, foram criadas clássicos do gênero bossa nova, como "Desafinado", "Samba de uma Nota Só", "Garota de Ipanema", e a música "Corcovado" que fala do local onde morou Tom Jobim, de 1953 a 1962.


Rua Nascimento e Silva 107

A palavra "bossa" vem da gíria carioca que, ao se referir a uma pessoa original, dizia-se essa pessoa tem bossa, daí porque o nome bossa nova para uma melodia que se distinguia da melancolia dos sambas tocados na época.

Em 1960, o governo brasileiro muda a sua sede do Rio de Janeiro para Brasília, mas, a idéia da mudança da capital do país não era nova, em 1891, o local da futura capital já havia demarcado por uma Comissão denominada Missão Cruls, e os constituintes a chamaram de Distrito Federal, consta que Dom Bosco, em 1883, teve um famoso sonho onde via que entre os paralelos 15º e 20º surgiria uma grande civilização (local onde foi fundada Brasília).

A mudança da sede do governo para o planalto central repercutiu na Cidade do Rio de Janeiro, além das perdas econômicas em função da mudança da estrutura administrativa do governo federal para Brasília, criou-se o Estado da Guanabara, que durou somente até 1975, e sua área geográfica abarcava tanto as cidades do interior, como a Cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado da Guanabara.

Em 1964, ocorreu o golpe militar e o Rio de Janeiro foi palco de diversas manifestações contra o governo militar, como a famosa passeata "Dos Cem Mil", que ocorreu, em 26.06.1968, e os sequestros dos embaixadores norte-americano, suíço e alemão, nos anos de 1969 e 1970.

Iniciam-se as obras do metrô, em 1970, contudo, somente em março de 1979, iniciaram-se as operações, no horário das 9h às 15hs, e dispondo de cinco estações: Praça Onze, Central, Presidente Vargas, Glória e Cinelândia, posteriormente, o trecho ampliou-se para ligar a Tijuca ao Botafogo.


Metro Rio
Clique na imagem para amplia-la

Em 1978, foi inaugurado importante espaço cultural pela PUC do Rio, na antiga residência do francês, Grandjean de Montigny, primeiro professor da Academia de Belas Artes, na área de Arquitetura, o solar de Grandjean de Montigny promove exposições, eventos artísticos, em especial, sobre a área de arquitetura.

No final da década de 80, a vista do grande êxodo rural as grandes cidades, dentre elas o Rio de Janeiro, sofreram graves problemas habitacionais, com acréscimo significativo no número de favelas, que se organizaram, sendo que em 1981, em congresso realizado pela FAFERJ, defendeu-se a desapropriação das áreas faveladas e reurbanização dessas áreas.

Em 1982, a prefeitura criou as Áreas de Preservação do Ambiente Cultural, que buscava preservar o patrimônio histórico e cultural da cidade, a política perdurou com a criação de diversos PAC's, como a iIlha de Paquetá, o Morro do Castelo, Morro do Vigário, Parque dos Tamoios, dentre outros.


Mapa do Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

A Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento realizou-se no Rio, no ano de 1992, reunindo mais de 170 chefes de Estado para discutir o futuro do planeta, em termos ambientais, evento conhecido como ECO-92.

Iniciada em 1995, a via de trânsito "Linha Amarela" foi inaugurada em 1997, é a única concessão rodoviária municipal do país, atravessa 12 bairros e conta com 05 túneis, representando importante obra de engenharia, que utilizou de técnicas avançadas, e por vezes, a importação de equipamentos de última geração.

Após obter 30 votos contra 21 de San Antonio (Texas/EUA), o Rio de Janeiro foi escolhido para a sede dos jogos pan-americanos de 2007, foram gastos mais de US$2 bilhões com investimentos em infra-estrutura, que incluiu a construção da Vila Pan-americana, com 1.480 apartamentos e o estádio olímpico "Engenho de Dentro", para 45 mil essoas.

Turismo

Apelidada de Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro é a cidade que atrai mais turistas no Brasil, com cerca de 6 milhões de habitantes, o Rio encanta pela sua exuberante beleza natural, o conjunto Corcovado e Cristo Redentor foi considerado, em concurso internacional, uma das 7 maravilhas do mundo, a cidade é uma das cidades mais cantadas do mundo, e o carioca tem tradição pela grande hospitalidade com que recebe os visitantes.

O Rio é também o berço intelectual e artístico do país (que nos perdoe São Paulo), já que é a sede da principal emissora de telecomunicações do país, a Rede Globo de Televisão, além de abrigar grandes nomes da literatura, da música, das artes plásticas, e onde residem expoentes da medicina, engenharia, botânica, dentre outras ciências.

O Carnaval do Rio de Janeiro é considerando um dos maiores eventos populares do mundo, época em que a cidade recebe milhões de turistas vindos de todos os lugares, o ponto alto do evento é, sem dúvida, o desfile das escolas de samba na "Passarela do Samba", criada pelo famoso Oscar Niemeyer.

O Rio de Janeiro também é famoso pelo tradicional Reveillon e sua grande queima de fogos na orla marítima, com destaque para a queima de fogos do Copacabana Palace.

O Maracanã é o maior estádio de futebol do mundo, e é um programa imperdível nos dias em que duelam os maiores times da cidade (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco), sendo que o de maior torcida na cidade (possivelmente no Brasil), é o Flamengo.

A cidade conta com uma excelente infra-estrutura turística (rede de hotéis, guias, transportes, etc.), podendo ser conhecida facilmente, de ônibus turístico ou de automóvel.

O roteiro histórico pode iniciar-se no Aeroporto Santos Dumont, que divisa com a região onde ficava o Morro do Castelo e a Ilha de Villegaignon, marcos do início da cidade, defronte ao aeroporto, situa-se o jardim da Praça Senador Salgado Filho, interessante projeto do paisagista, Burle Marx, ainda próximo ao local, fica a Praça da Misericórdia, a Rua de Santa Luzia, onde se pode conhecer a Igreja do mesmo nome (Séc. XVIII), e a Igreja de São Sebastião.


Bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

Na direção sul, partindo-se do Aeroporto Santos Dumont, acessa-se a Av. Infante Dom Henrique, onde já se avista os históricos, Morro Cara de Cão e Morro da Urca, a Praia do Flamengo é considerada uma das mais tradicionais da cidade, e após, chega-se à de Botafogo, outra praia bem tradicional da cidade.

Ultrapassando o Túnel do Pasmado, ao final da Av. Infante Dom Henrique, acessa-se a Av. Lauro Sodré, que desemboca na Av. Atlântica, que percorre a famosa Praia de Copacabana, ou pode-se acessar a Av. Pasteur, e ir ao Pão de Açúcar, onde se pode andar no bondinho do Pão de Açúcar (1912).

Da Av. Atlântica pode-se acessar a Av. Vieira Souto, que percorre a Praia de Ipanema (da música "Garota de Ipanema"), e dá acesso à Lagoa Rodrigo de Freitas, considerado o maior centro gastronômico ao ar livre da América Latina, circundando a parte oeste da lagoa, a Avenida Borges de Medeiros dá acesso ao Hipódromo da Gávea (1926), onde se realiza o Grande Prêmio Brasil de Turfe, após, pode-se ir ao Jardim Botânico (1808), inaugurado pelo Rei Dom João, durante o período que a Corte foi transferida para o Brasil.

Voltando ao sentido norte-sul, pegar a Rua Mário Ribeiro, trata-se de rua por onde se acessa a Estrada Lagoa-Barra, passando pela Praia do Lebron, nome originário do francês, Charles Le Bron, proprietário de parte das terras (Séc. XIX), ainda na direção sul, observa-se a maior favela do Rio, a Favela da Rocinha, com mais de 200 mil habitantes, e ultrapassando o Túnel do Joá, acessa-se a Praia da Barra da Tijuca, na Av. Sernambetiba, com seus 18km de praias límpidas e organização urbanística.


Vista aerea Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

Já para conhecer o Corcovado, com a famosa estátua do Cristo Redentor (1931), símbolo da cidade, e um dos mais conhecidos cartões-postais do mundo, o trajeto é completamente diferente, pela zona zul, pode-se acessar subindo as Ladeiras dos Guararapes ou por Santa Teresa, pela Rua Almirante Alexandrino, pode-se pegar um trem na Estação de Corcovado, no Bairro das Laranjeiras. Vale a pena ver subir ao Corcovado para ver a cidade do Rio de Janeiro, ali, pode-se entender o porquê do carinhoso apelido de "Cidade Maravilhosa".

Para conhecer

Arpoador - Um dos lugares mais pitorescos do Rio, localizado entre a Praia de Copacabana e a Praia de Ipanema, trata-se de um costão rochoso, onde se pode admirar a linda paisagem da orla marítima, e ao fundo o Morro Dois Irmãos, o local é bem verde e pode-se assistir a shows musicais. O parque foi denominado "Garota de Ipanema" em homenagem à música de Vinícius de Moraes e Tom Jobim.


Pedra do Arpoador
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Acesso livre

Entre a Av. Vieira Souto e a Rua Francisco Otaviano - Zona Sul

Ônibus - linha 1133 (Castelo- Barra Sul)

 

Catedral Metropolitana - Não se trata de prédio histórico, mas apresenta uma arquitetura singular em forma de um imenso cone, com 96 metros de altura, destacam-se também os vitrais que circundam a igreja, criando uma atmosfera interessante, no subsolo existe o Museu de Arte Sacra, que conta com peças da época do império.


Catedral Metropolitana do Rio
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Aberta diariamente das 7hs às 18hs

Av. República do Chile, 245 - Centro

http://www.catedral.com.br - F: (021) 2240.2669

Central do Brasil - O Local é um dos cartões-postais da cidade, que já foi retratado no premiado filme do mesmo nome, é o ponto final dos trens que trafegam pela cidade, ligando o Centro às zonas Norte, Oeste e baixada Fluminense, num total de 44 estações. O prédio foi construído entre os anos de 1936 e 1943, onde existia a Igreja da Confraria de Santana (1855), sucedendo a antiga Estação Dom Pedro II (1858).


Central do Brasil e Palácio Duque de Caxias
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Aberta diariamente

Praça Cristiano Otoni s/n - Estação Dom Pedro II - Centro

 

Copacabana é um dos bairros mais famosos da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Localizado na zona sul da cidade, Copacabana tem em torno de 150.000 habitantes e com uma praia em formato de meia lua e é apelidado de Princesinha do Mar devido a sua era áurea nas décadas de 1930, 1940 e 1950. Bairro de boemia, glamour e riqueza, Copacabana deu origem a muitas músicas, livros, pinturas e fotografias, virando referência turística do Brasil.O bairro faz divisa com Lagoa, Ipanema, Botafogo e Leme.


A calçada mais famosa do mundo
Clique na imagem para amplia-la

Copacabana Palace - Tombado como patrimônio histórico, o prédio é um dos primeiros a serem construídos na orla marítima, foi inaugurado em 1923, e é o local preferido pelos artistas internacionais para hospedar-se no Rio de Janeiro, em 1925, hospedou o cientista Albert Einstein, e em 1930, foi o palco do 1º Concurso Miss Universo, o Copacabana Palace é, sem dúvida, um patrimônio histórico nacional.


Copacabana Palace
Clique na imagem para amplia-la


Copacabana Palace
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Avenida Atlântica 1702 - Copacabana

http://www.copacabanapalace.com.br - F: (021) 2235.7330

Cristo Redentor - Construído sobre o Morro do Corcovado, em 1931, o local é considerado o cartão-postal da cidade, e um dos principais do Brasil, o monumento com 38 metros soma-se ao morro com 731 metros, o que denota a altura do local, em 2002, foram colocadas escadas rolantes e elevadores panorâmicos, no lugar da escada com mais de 200 degraus.


Cristo Redentor
Clique na imagem para amplia-la


Cristo Redentor
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De trem - das 8h30 às 18h30, saídas a cada 30 minutos

Rua Cosme Velho, 513 - Bairro Cosme Velho

http://www.corcovado.com.br - F: (021) 2558.1329

Floresta da Tijuca - Fruto do primeiro projeto de reflorestamento na América Latina, idealizada por Dom Pedro II, em 1861, a Floresta da Tijuca conta com 3.200 hectares de área, e localiza-se na região central da cidade, separando a zona sul da zona norte, possui áreas de mata fechada, cascatas, lagos, mirantes e locais de playground. Alternativamente, pode-se fazer a trilha da Pedra Bonita, que se inicia na Estrada das Canoas, em São Conrado, o percurso não exige muito preparo físico, e no topo da Pedra Bonita pode-se observar boa parte da cidade e da Floresta da Tijuca


Floresta da Tijuca

Informações:

Aberta das 8hs às 18hs

Possui 07 acessos: Sumaré (Estrada do Sumaré), dos Caboclos (Rua Almirante Alexandrino), Macacos (Estrada Dona Castorina), Passo de Pedras (Estrada da Vista Chinesa), Sapucaias (Estrada do Redentor),

Solidão ( Estrada do Açude da Solidão) e Cascatinha.

Praça Afonso Viseu, 513 - Tijuca - F: (021) 3492.2252

Fortaleza de São João/Forte de São José - No local onde foi fundada por Estácio de Sá, em 1565, foi construída três baterias denominadas de Forte São João, e, em 1578, foi construído o Forte São José, posteriormente, reformado por Dom Pedro II, no local

situa-se a praça da fundação da cidade, como opção, os visitantes podem conhecer o Morro Cara de Cão.


Forte São João

Informações:

Aberta das 9hs às 16hs (segunda a quinta), das 9hs às 12hs (sexta)

*Apenas para grupos e com hora marcada

Av. João Luís Alves s/n - Urca

http://www.funceb.org.br/espacocultural.html - F:(021) 2543.3323

 

Forte de Copacabana - Construído em forma de casamata, no ano de 1914, conta com 40 mil m² de área e paredes externas com 12 metros de espessura, no Museu Histórico do Exército pode-se assistir a vídeos e presenciar exibições sobre o tema, além de contar com uma excelente vista da orla marítima.


Forte São João

Informações:

Aberta das 10hs às 16hs (terça a domingo)

Praça Coronel Eugênio Franco nº 01 - Posto 06 - Copacabana

http://www.funceb.org.br/espacocultural.html - F:(021) 2522.6263

 

Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro - A igreja surgiu a partir de uma pequena imagem colocada numa gruta situada no Morro do Outeiro, em 1608, contudo, somente, em 1714, foi iniciada a construção da igreja, de importância histórica, o local serviu a cerimônia de consagração da princesa Maria da Glória, tendo sido tombada como patrimônio nacional em 1938, conta com o Museu Mauro Ribeiro Viegas, com acervo de quase 1.000 peças.


Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Aberta das 9hs às 17hs (segunda a sexta), das 9hs às 12hs (sábados), e das 9hs às 13hs (domingos)

Praça Nossa Senhora da Glória 135/204 - Glória

http://www.outeirodagloria.org.br/ - F: (021) 2225.2869

 

Igreja da Candelária - A igreja nasceu de uma promessa feita por espanhol que, surpreendido por terrível tempestade em alto-mar, prometeu, caso se salvasse, construir uma igrja no primeiro local que aportasse. Assim, em 1710, edificou-se uma capela no Centro do Rio, que, em 1755, foi demolida para dar lugar a atual Igreja da Candelária, construída entre 1811 e 1877, é considerada um dos monumentos mais conhecidos da cidade do Rio.


Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Praça Pio X - Centro

F: (021) 2233.2324

 

Ilha de Paquetá - Imagine um bairro do Rio, a 60 minutos de barco do centro da cidade, situado numa ilha paradisíaca, onde não circulam carros e a segurança é perfeita, trata-se da Ilha de Paquetá, descoberta em 1555 por franceses, e que mantém a atmosfera pacata e acolhedora, contagiando os turistas.


Por-do-sol em Paquetá
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

Embarque no cais da Praça XV - Centro - www.barcas-sa.com.br

Central de atendimento das barcas F: 0800.70.44.

http://www.ilhadepaqueta.com.br - F: (021) 3397.0517

 

Jardim Botânico - Lugar bucólico com área de 137 hectares, fundado em 1808, pelo Rei Dom João VI, abriga várias espécies de plantas e coleções de renome internacional (orquídeas e bromélias), além de apresentar locais de relevante valor histórico, como o chafariz central, a casa dos pilões, a estátua da deusa Thetis (1862) e o jardim japonês (1935), tombado como patrimônio histórico nacional.


Jardim Botanico
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De segunda a domingo - das 8hs às 17hs.

Rua Jardim Botânico, nº 920 (pedestres) e nº 1008 (veículos) - Bairro do Jardim Botânico

http://www.jbrj.gov.br/institu.htm - F: (021) 3874.1808

 

Maracanã - Maior estádio de futebol do mundo, inaugurado em 1950, logo na entrada (a exemplo de Hollywood) apresenta a calçada da fama, onde estão eternizados os pés dos maiores craques do futebol mundial (Pelé, Garrincha, Zico, Beckenbauer, etc.). Há exposição de fotografias de eventos realizados no estádio, como o do cantor Frank Sinatra, que foi o maior da história do estádio.


Maracanã
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De segunda a domingo - das 9hs às 17hs (Portão 15), nos dias de jogos é encerrada 5 horas antes do início da partida.

Rua Professor Eurico Rabelo s/n - Bairro do Maracanã

http://www.suderj.rj.gov.br/visitacao_maracana.asp - F: (021) 2334.1705

 

Museu Casa do Pontal - O museu foi organizado pelo francês, Jacques Van de Beuque, ex-membro da resistência francesa e fugitivo de campo de trabalhos forçados nazista. Considerado o maior acervo da arte popular brasileira, composto por mais de 8.000 peças produzidas em madeira, barro, ferro e outros materiais, também apresenta exposição de outros países. O museu situa-se num sítio com 12.000m², localizado no Bairro do Recreio dos Bandeirantes, zona sul da cidade.


Museu Casa do Pontal
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De terça a domingo - das 9h30m às 17hs.

Estrada do Pontal 3295 - Bairro do Recreio dos Bandeirantes

http://www.museucasadopontal.com.br - F: (021) 2490.3278

 

Museu Histórico Nacional - No local onde existia o Forte de Santiago, em 1922, foi inaugurado o mais importante museu do país, em termos de documentos históricos, contando com mais de 50.000 documentos iconográficos e manuscritos sobre a história do Brasil, possui a maior coleção de numismática da América Latina, com mais de 127.000 peças.


Museu Histórico Nacional

Informações:

De terça a domingo - das 10hs às 18hs.

Praça Marechal Âncora s/n - Centro

http://www.museuhistoriconacional.com.br/ - F: (021) 4003.1212

 

Palácio do Catete / Museu da República - O Museu fica no Palácio do Catete (antigo Palácio Nova Friburgo), adquirido pelo governo brasileiro, em 1896, foi sede do poder executivo por 63 anos, hospedou 18 presidentes, e presenciou o suicídio de Getúlio Vargas (1954), o museu apresenta fotos, mobiliários e documentos dos séculos XIX e XX, possui um bonito jardim, e conta com um cinema e cafeteria.


Palacio do Catete
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De terça a sexta - das 12hs às 19hs, sábados, domingos e feriados das 14hs às 18hs.

Rua do Catete, 153 - Bairro do Catete

http://www.museudarepublica.org.br/ - F: (021) 3235.2650

 

Pão de Açúcar - O Morro Pão de Açúcar é um dos destaques da paisagem carioca, com 396 metros de altura, pode ser alcançado por intermédio de um bondinho (teleférico), que sai do Morro da Urca até o Pão de Açucar, o passeio, que é um dos mais tradicionais da cidade, permite ao turista admirar a maravilhosa vista da Baía da Guanabara.


Pao de Açucar
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De segunda a domingo - das 8hs às 19h50m.

Av. Pasteur, 520 - Bairro da Urca

http://www.bondinho.com.br/ - F: (021) 2461.2700.

 

Teatro Municipal - Inaugurado em 1909, e fechado para reformas a partir de outubro de 2008 (reabertura prevista para 14.07.2009, data do centenário), o prédio destaca-se pela beleza de sua arquitetura e da sua decoração interna, considerado um dos mais bonitos da cidade, o Teatro possui grupo de balé, orquestra sinfônica e um coro próprios.


Teatro Municipal - Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

Informações:

De segunda a sexta - das 13hs às 16hs.

Praça Marechal Floriano s/n - Centro

http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/ - F: (021) 2332.9191

 

Marquês de Sapucaí - A Passarela do Samba do Rio de Janeiro, popularmente conhecida como Sambódromo, localiza-se na antiga rua Marquês de Sapucaí, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.


Marques de Sapucaí
Clique na imagem para amplia-la

 


Rio de Janeiro
Clique na imagem para amplia-la

Fontes:

http://www.governo.rj.gov.br/historia.asp

http://www.museudarepublica.org.br/principal2.html

http://www.flaviorio.globolog.com.br/archive_2006_05_09_1.html

http://www.expo500anos.com.br/painel_36.html http://www.almacarioca.com.br/historia.htm

http://www.rio.rj.gov.br/arquivo/

http://www.marcillio.com/rio/histoind.html

http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/

http://www.unb.br/brasilia/comeco/auto.php

http://www.metrorio.com.br

http://www.ilhadepaqueta.com.br

http://www.oriodejaneiro.com/pan2007.htm

http://www.bondinho.com.br/

http://www.lagoarodrigodefreitas.com.br

http://leblon.com.br

http://www.corcovado.org.br/#

http://ciep206.blogspot.com/

 



Amsterdam | Bahamas | Berlin | Délhi, Mumbai, Chennai and Bangalore | Destinos Românticos | Dubai | Fortaleza | Florianópolis | Jerusalem | I Ilha da Madeira | Londres | Los Angeles | Madrid | Mekong | Montreal | Moscou | Munique | New York | Nordeste | Paris | Rio de Janeiro | Salvador | São Petersburgo | Viena | Martinica