Le centre historique de la ville de Montréal - Old Montréal: historic city centre.

Montreal

A Grande Montreal é uma grande metrópole com 80 grupos étnicos diferentes, em meio aos quase 4 milhões de habitantes. É a segunda mais populosa do Canada, e também a segunda mais populosa cidade francófona do mundo.

É uma região administrativa do Quebec. Situa-se na ilha homônima do Rio São Lourenço, sendo um dos principais centros industriais, comerciais e culturais da América do Norte. Seus bancos, hotéis e sedes de grandes empresas formam na região central um paliteiro de arranha-céus.


A panorama of taken from the Chalet du Mont Royal at the top of Mount Royal in Montreal on the 4th of January, 2006

Tem o francês como língua oficial, mesmo sendo o inglês falado por um quinto dos moradores, Montreal é ciosa de sua diversidade. É uma cidade festeira, com quatro orquestras sinfônicas, dezenas de companhias de teatro e 30 de dança. Apesar do frio na maior parte do ano, as pessoas em geral não gostam de ficar em casa. Montreal sedia mais de 70 eventos internacionais anualmente. Há, em março, um festival de cinema de arte; em junho; um festival internacional de jazz (o mais conhecido em seu calendário); e o festival Saint-Ambroise, em novembro, com teatro e música.

Possui uma das populações mais bem educadas do mundo, tendo a maior concentração de estudantes universitários per capita de toda a América do Norte. Tem quatro universidades - duas delas francófonas e duas delas anglófonas - e 12 faculdades. É um centro da indústria de alta tecnologia - especialmente na área de medicina e na indústria aeroespacial.

O aquecimento do mercado imobiliário por mais de um século deixou a cidade sem muito dos seus bairros antigos. Mas na parte mais antiga da cidade, a Vieux Montreal, ainda encontra-se a Catedral de Notre Dame, com sua fantástica arquitetura e interior riquíssimo, ornado de vitrais de Limoges, estilo neoclássico, reformado em 1829, graças à um irlandês protestante convertido ao catolicismo: James O’Donnell. Próximo dali, outros pontos de igual importância se enfileiram, esperando os turistas: Place D’Armes, Vieux Palais de Justice, o Champ de Mars – todos dignos de uma visita demorada, seja pela arquitetura ou pelo valor histórico de cada prédio, além do que há para ver, no seu interior.


Interior of Basilique Notre Dame, Montreal. Quebec, Canada ,

No Boulevard Saint-Denis ficam os cafés com mesinhas na calçada preferidos dos estudantes. Em Outremont, um micromunicípio encravado na cidade, estão as butiques e lojas de grife

A Torre de Montreal é uma construção arrojada, inclinada, dentro do Parque Olímpico, onde aconteceram as Olimpíadas de 1976. Possui 175 metros de altura. Nesse espaço também fica o Biodôme, que reproduz ecossistemas de várias partes do mundo. Um exemplar de mico-leão-dourado, por exemplo, desfila serelepe, muito bem cuidado, num ambiente tropical.

História

O local onde fica a cidade de Montreal era habitado por nativos algonquinos, hurões e iroqueses, por milhares de anos antes da chegada dos primeiros europeus. Os rios e lagos da região eram cheios de peixes, que serviam como alimento aos nativos, além de servir como rotas de transportes.

Em 1535 o explorador francês Jacques Cartier foi o primeiro europeu a chegar na ilha de Montreal. A cidade de Montreal ( no princípio chamada de Ville Marie) foi fundada em maio de 1642 como colônia de missionários católicos. O fundador e primeiro governador, Paul de Chomedey, tinha 40 colonos sob suas ordens. Depois do início difícil, a cidade prosperou como centro do comércio de peles. Por volta de 1760 a população de origem francesa tinha 4.000 habitantes.


Cartier at the large Iroquois settlement of Hochelega, site of Montreal

Em 1760 foi conquistada por forças britânicas na guerra Guerra Franco-Indígena (1754 a 1763). Como conseqüência da conquista britânica, um pequeno grupo de comerciantes empreendedores, sobretudos os Scotts, assumiu o controle do comércio de peles. Suas empresas cresceram tanto, que construiram um império do negócio da pele que chegava até os Oceanos Árticos e Pacífico.

Desde então, Montreal passou a ter um novo papel como centro comercial da província de Quebec. O porto de Montreal na rota naval entre a Grã Bretanha e os Grande Lagos, gerou uma explosão de crescimento da cidade. Entre 1844-1849 foi a capital do Canadá.

No séc. XIX Montreal era o centro industrial do Canadá, produzindo um extenso número de artigos de consumo. Também emergiu como o centro ferroviário com a construção da primeira ferrovia transcontinental canadense, a Canadian Pacific Railway.


100, rue Notre-Dame Ouest
L'église Notre-Dame vue du jardin du séminaire, Montréal, QC. Photographie, James George Parks, c.1870.
©Musée McCord d'histoire canadienne, Montréal, MP-0000.2892. Collaboration spéciale dans le cadre d'une entente de partenariat.

A população era de 216.659 habitantes em 1891 e dobrou antes de 1911. Os novos municípios suburbanos que nasceram na ilha, foram na maior parte anexados a cidade entre 1882 e 1918. A expectativa de trabalho atraiu muito canadenses franceses de áreas rurais e a maioria étnica mudou outra vez, em 1911 os francófonos constituíam 63.5% da população de cidade.

Mudanças fundamentais ocorreram no decorrer do século XX, Montreal prosperou com as estreitas relações entre Canadá e Grã-Bretanha, mas a integração cada vez maior do país com a economia norte-americana, acabou por avantajar Toronto. Todavia Montreal experimentou uma renovação no começo dos anos 60. Novos edifícios públicos apareceram na paisagem. Nessa época Montreal consolidou seu papel como centro americano das artes em língua francesa, se transformando em uma capital internacional da cultura francesa.

Andar subterrâneo com 32 km de corredores

Montreal é uma cidade em que pessoas vivem em dois planos sobrepostos. Há, como em qualquer lugar do mundo, uma cidade das ruas, para os automóveis e o comércio mais luxuoso.

Mas há uma cidade subterrânea, com 32 km de amplos corredores --aquecidos no inverno, refrigerados no verão--, com praças de alimentação e lojas mais populares. Uma espécie de imenso shopping pelo qual as pessoas circulam para tomar o metrô, ir ao trabalho ou à faculdade.

Os corredores chegam a ter três andares. E não há motivos para claustrofobia. Em muitos dos cruzamentos há espaços encimados por cúpulas transparentes - que deixam entrar a luz do dia.

Essa "outra" cidade não estava nas pranchetas dos urbanistas oficiais. Ela nasceu por iniciativa das empreiteiras, que pipocaram Montreal de novos prédios a partir de 1962, quando da renovação do bairro Internacional.

As construtoras passaram a comercializar esses novos espaços e, sem querer, criaram um jeito original e confortável de se locomover a pé. Foram ajudadas pela construção do metrô e pela necessidade de acesso às estações.

A cidade subterrânea é fundamental no inverno, sobretudo em janeiro, quando a temperatura média é de -9 ºC.

Um morador de um prédio residencial no centro pode, em tese, passar semanas inteiras sem se expor ao frio. Basta circular pelos corredores da cidade subterrânea.

Ela também dá acesso aos seis principais edifícios em que funciona a Universidade de Québec, uma das quatro da cidade e uma das duas em que as aulas são dadas em francês.

É também subterrânea a Place des Arts, com seis salas de espetáculo, entre elas a da Ópera de Montreal e a sede da orquestra sinfônica da cidade --uma das duas grandes formações sinfônicas do Canadá, ao lado da de Toronto--, que tem como diretor artístico e regente o americano Kent Nagano, ex-maestro da Ópera de Lyon, na França.

Parques

Montreal possui centenas de parques e áreas verdes dentro da cidade e nas várias pequenas ilhas que cercam a Ilha de Montreal. Entre as mais famosas estão:

O Monte Royal, que é parte de um imenso parque urbano, localizado em Montreal e na cidade vizinha de Mont-Royal.

O centro financeiro da cidade está localizado ao pé da colina. Cada domingo no verão, centenas de pessoas juntam-se ao pé do Monte Royal, no parque, para várias horas de dança sincronizada, entre outras atividades - um evento conhecido como Tam Tams.


Fall, Mount Royal, Montreal, Quebec, Canada.

O Jardim Botânico, inaugurado em 1931, o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o Jardim Real de Kew, em Londres, Reino Unido.


One of the largest gardens in the world is right here in Québec: the Montréal Botanical Garden. Covering more than 75 ha (185 acres), it has 10 greenhouses and some 30 exquisite outdoor gardens. Must-sees include the Chinese Garden (with its pagodas and superb annual lantern exhibition), the Japanese Zen Garden, the 10,000 rosebushes… and, of course, the unique Insectarium.

O Parque Jean Drapeau, onde está localizado a “Biosfera de Montreal”, criada para a Feira Mundial de 1967.


A Biosfera de Montreal, uma das atrações da antiga Feira Mundial de 1967.

O bairro Chinatown, localizado ao sul do centro financeiro, possui várias lojas e restaurantes chineses e alguns vietnamitas.

No Jardim de China, nascido dos vínculos existentes entre Montreal e Shanghai pode-se apreciar lagos, pontes, pedras, montes e pavilhões chineses que harmonizam perfeitamente com uma vegetação cuidadosamente escolhida.


Chinese garden at the Botanic Gardens

Tem ainda o Porto de Montreal, que foi totalmente remodelado e se transformou em uma das mais freqüentadas áreas de lazer. Além de visitar os parques ao redor do porto, moradores e turistas costumam programar passeios no Lê Bateau-Mouche Parisian pelo rio São Lourenço.


Le Bateau-Mouche Dinner Cruise
Cruise in luxury on the Saint Lawrence River from the deck of a Paris-style river boat.

Cultura

Como um centro primário da cultura canadense, Montreal possui muitos museus. Entre eles, estão o Museu Redpath, o Museu McCord de História Canadense e o Centro Canadense de Arquitetura. O complexo cultural do Palácio das Artes de Montreal abriga o Museu de Arte Contemporânea, e possui vários teatros. Conhecida como Cidade dos Santos, (la ville aux cent clochers, em francês), Montreal possui inúmeras igrejas e basílicas, tanto que Mark Twain, um famoso humorista americano, comentou certa vez: “foi a primeira vez que estive numa cidade na qual uma pessoa não pode lançar uma pedra sem estilhaçar a janela de uma igreja”. Entre elas, destacam-se a Catedral Marie-Reine-du-Monde, a Basílica Notre-Dame de Montreal, a Basílica de São Patrício e o Oratório de São José. A última é a maior igreja canadense, possuindo o maior domo (ou cúpula) do seu gênero, só perdendo para o da Basílica de São Pedro, em Roma.


St. Joseph’s Oratory owes its construction to Brother André, whose tomb can be found in the votive chapel. The nave of this immense basilica is one of the largest in Quebec. Devotion to St. Joseph draws huge crowds every year on his March 19 feast day. The Oratory is also host to seasonal organ and bell concerts as well as a renowned exposition in winter of Christmas creches from around the world.

A indústria da cultura emprega cerca de 90 mil pessoas, e segundo a Unesco, é conhecida como a cidade da literatura. A Cidade também é considerada um dos maiores centros de moda do mundo.

Noite

Se você é da balada e não quer ficar por fora do que rola, chegando a Montreal compre o "Gazette", jornal diário em inglês que dará toda a programação de entretenimento da cidade. Vá direto para a seção Friday Preview para encontrar todas as informações dos eventos

A noite em Montreal é super animada, com uma grande oferta de boates, bares, bistrôs e restaurantes, onde os pratos da culinária francesa, assim como o vinho, são os mais populares. A maioria dos bares fica aberta até às 3h da madrugada, mas há muitos nightclubs que só fecham suas portas pela manhã. De noite as áreas de maior movimento são The Plateau-Mont Royal, The Quartier Latin, The Village, Crescent Street e St-Laurent Boulevard.


St-Laurent Boulevard

Se você estiver na cidade no verão, não deixe de ir na Praça Jacques Cartier, lá você fica em mesas ao ar livre e o lugar é lotado pela galera. Já para dançar vale ir ao Funky Town, uma discoteca que fica no número 1454, da Peel Street. Para quem gosta do clima intimista dos pubs, a dica é a Crescent Street, onde encontra-se vários bares.


Montreal at Night

Transporte

Em Montreal não é muito aconselhável dirigir porque é bem complicado estacionar. Metrôs e ônibus são ótimos. Táxis são seguros, mas muitas vezes é difícil achar um nas ruas.

O meio mais fácil para se locomover é o metrô. Para não ficar perdido, pegue o mapa da cidade que é grátis e tem em quase todas as estações. Peça na bilheteria. O passe para o mês custa cerca de CAD54, para a semana CAD16 e o ticket individual CAD2,5 (referência - maio/2007). Se você não for andar muito, prefira as cartelas com 6 por CAD10, mas se pretende andar bastante, compre o da semana.

Clima

O clima de Montreal varia bastante, devido à localização da cidade numa área onde grandes frentes de ar, uma vindo do pólo norte, e outra, dos Estados Unidos, costumam encontrar-se. A instabilidade do tempo é considerada pelos habitantes de Montreal como parte do caráter da cidade.

A precipitação é abudante na região. Aproximadamente 2,4 metros de neve caem anualmente na cidade, e a chuva é abudante ao longo do ano, principalmente no verão, a estação mais úmida da cidade. A remoção de neve das principais ruas e vias expressas da cidade custa a Montreal mais de 50 milhões de dólares canadenses por ano.

O clima de Montreal é temperado, com quatro estações bem definidas e variadas. No inverno, a temperatura média da cidade é de -10,4° Celsius (não incluindo o fator do vento), com mínimas entre -40°C a -10°C e máximas entre 0°C e -25°C. No verão, a média é de 21°C, com máximas entre 23°C a 35°C.


Localização Montreal

Notas

As flores na bandeira e no selo da cidade são símbolos da França, da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda.

Nota 2: O nome da cidade origina-se de Mont Royal, o monte em cujo topo Jacques Cartier estacou uma cruz, e que o navegador nomeou em homenagem ao Rei que o havia patrocinado, Francisco I de França. Eventualmente, o nome do monte passaria a ser associado também ao da cidade.

Bandeira

 
Brasão

Centro de Informações
para Turistas/ Centre InfoTouriste
de Montréal

Endereço
Rua Peel, 1255 (na esquina com a Rua Sainte Catherine)
Métro Peel - Montreal, Quebec

Horário de Atendimento
9h às 18h


Visite o Site Oficial da Cidade
Clique Aqui


Fontes: Air Canada, Centre InfoTouriste de Montréal, João Batista Natali; Renata de Gáspari Valdejão; Folha Online e Wikipedia

 



Amsterdam | Bahamas | Berlin | Délhi, Mumbai, Chennai and Bangalore | Destinos Românticos | Dubai | Fortaleza | Florianópolis | Jerusalem | I Ilha da Madeira | Londres | Los Angeles | Madrid | Mekong | Montreal | Moscou | Munique | New York | Nordeste | Paris | Rio de Janeiro | Salvador | São Petersburgo | Viena | Martinica