"Chet Baker Sings and Plays" deu à comunidade do jazz mais uma desculpa para não levar Baker a sério. Na Metronome, Bill Coss criticou seu "canto anêmico" com o "fraseado esquisito" e a "entonação insegura". O crítico do New York Times, John S. Wilson, acusou-o de ter uma "voz inexpressiva e morta que é ainda mais triste e disforme do que o seu trabalho no trompete".

Seus ataques não impediram a convocação de Hollywood. Antes de fazer o álbum, Baker foi escolhido para interpretar um soldado que tocava trompete em Hell's Horizon, um drama da Guerra da Coréia feito para uma pequena subsidiária da Columbia Pictures. Era estrelado por John Ireland, o galã durão dos filmes B. Finalmente, parecia, Baker tinha uma chance de sair do estrelismo cult para alguma coisa mais séria. Mas Hell's Horizon foi um filme barato e rápido, rodado em dez dias entre as duas sessões do seu álbum. O projeto o deixou completamente entediado e ele se queixava a Carson Smith que era "um saco' se levantar às seis da manhã e então ficar sentado horas esperando que as suas cenas fossem filmadas".


Hell's Horizon, 1955