Cantoras brasileiras

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"Essa Mania" - Martinalia
"Sao Paulo Confessions" - Cibelle
"La Caminadora" - Marina de La Riva

Mart´nália lança novo cd

Mart’nália apresenta ao público seu mais recente trabalho, Madrugada. No repertório as músicas do novo CD e alguns sucessos já consagrados na voz da cantora como “Cabide” e “Meu Carnaval”.

A cantora de Vila Isabel dedica Madrugada, o sétimo álbum de sua carreira, às boas noites que passa bem acordada. A produção musical é comandada pelos craques Arthur Maia e Celso Fonseca e a direção artística é de Marcia Alvarez.

O álbum abre com “Alívio” de Arthur Maia e Djavan dando alguns recados: De madrugada o samba é mais manso, chega perto do sambacharme e se afasta do samba-de-roda diurno.

Amiga de Arthur Maia desde menina, Mart’nália foi sua parceira em duas músicas: “Deu Ruim” (Arthur Maia/ Ronaldo Barcellos/ Mart’nália) e “Angola” (Arthur Maia/ Martinália/ Maré/ Paulo Flores).

Segundo a artista, Arthur Maia traz à tona seu lado mais popular, despretensioso. E Celso Fonseca, sua porção mais sofisticada. Como tudo isso é dela (e ela gosta de juntar o que é aparentemente contraditório), decidiu que teria os dois dividindo a produção das faixas de Madrugada.

Também um grande compositor, Celso colaborou com a contemplativa “Ela É Minha Cara”, uma espécie versão atualizada para “Garota de Ipanema” feita em parceria com Ronaldo Bastos.

Em Madrugada, Mart´nália canta também “Batendo a Porta”, clássico lançado por João Nogueira em seu segundo LP, em 1974. Outra canção que integra o show é “Alegre Menina”, composta pela improvável dupla Dori Caymmi e Jorge Amado e originalmente cantada por Djavan na trilha sonora da novela “Gabriela”. A versão de Mart’nália é dedicada a Nana Caymmi e ganhou vocais de Luiza Possi.

À beira de terminar, a madrugada de Mart’nália traz de volta o samba de seu pai Martinho da Vila que valeu como canção de ninar durante toda a infância da cantora. A politizada “Tom Maior”, que foi gravada originalmente pelo autor em 1969. E é com uma versão personalíssima da alegre “Don’t Worry, Be Happy!” que Mart’nália fecha o álbum e se despede da noitada.

A cantora despontou para a música logo cedo, cresceu no meio do samba carioca e tomou um caminho próprio, a parte do pai famoso. Tanto, que muitos nem sabem de quem é filha.

Considerada precipitadamente de Cássia Eller do samba,tem um talento e voz únicos que não precisam de comparações.

- Mart´nália -
Local: HSBC - Nações Unidas - Rua Bragança Paulista, 1281
Datas: 31 de outubro, sexta-feira ás 22h
Abertura da Casa: 2h antes do espetáculo


This real nice and charming review of Cibelle Performance
at the Fiest’à Sète Festival on August 7

Cibelle

"É música paulistana". Assim Cibelle Cavalli, 24, define a mistura de influências sonoras que apresentou em seu primeiro disco solo, "Cibelle", que foi lançado na Europa em 2003 pelo selo belga Ziriguiboom.

"Não é um disco de bossa eletrônica", apressa-se em explicar. "Tem guitarra fuzz, tropicalismo, Mutantes, levadas de jazz, cuts de vinil antigo, barulho de coisas".

A explicação faz sentido. O disco de Cibelle saiu pelo mesmo selo que lançou o disco "Tanto Tempo", de Bebel Gilberto, o que suscitou não apenas comparações com a filha de João Gilberto, mas uma suposta filiação sua à própria bossa nova.

Para a cantora, essas comparações refletem a dificuldade da crítica internacional em enxergar a música feita hoje no Brasil sem enquadrá-la como bossa nova ou como world music.


The Shine of Dried Electric Leaves

Em função do seu sucesso em terras estrangeiras, no trabalho de 2006, “The Shine of Dried Electric Leaves”, visou nitidamente o mercado externo, com arranjos eletrônicos cheios de múltiplos efeitos sonoros que permeiam, incessantes, as quatorze faixas, cantadas (meio e meio) entre os idiomas inglês e português.

Katia B

Katia Bronstein, a Katia B, é uma das poucas cantoras brasileiras que tem a perfeita noção de que um bom show não se resume à própria música ou ao rosto bonito. Os shows de Katia B - como o do recém-lançado Espacial, seu terceiro CD - marcam também outro tipo de presença na consciência do espectador. Eles se empenham na criação de um clima. No cenário, no figurino, na formação da banda, na escolha do repertório e na própria opção pelos lugares onde se apresenta.


Katia B

O clima dos shows de Katia B não raro cria um curioso contraste com o teor de suas músicas. Se estas quase sempre celebram um amor feliz,

"Eletrônico, mântrico,oriental, melodioso,estranho, climatico, cinematografico."

Marina de La Riva

Marina de La Riva (Rio de Janeiro, RJ, 7 de abril de 1973) é uma cantora brasileira que mistura elementos da música cubana com elementos da música brasileira em suas canções.


Marina de La Riva

Ao final de abril de 2008, Marina participou do programa Som Brasil (Rede Globo) em homenagem a Lulu Santos, cantando as canções “Adivinha o quê”, “Condição” e “Certas Coisas”.

Marina já participou de shows com a Orquestra Imperial, Andreas Kisser, Davi Moraes, Michael Franti (no Festival Power to the Peaceful), Nina Becker, Flávio Venturini (show "Conexão Latina") e com Clara Moreno e Maria Rita (no Baile de Gala da Vogue, em 2008).

Marina de La Riva já foi bem recebida e bem avaliada não só pelos principais veículos de comunicação (dentre outros, Folha de S.Paulo, Veja, Jornal do Brasil, Estado de S. Paulo), como também por premiações com destaque no âmbito nacional (vide a conquista do prêmio APCA e a indicação ao Prêmio Tim). Dentre os elogios, os mais comuns concernem à voz e ao timbre da cantora, à coragem e ousadia por apostar na mistura entre a música cubana e brasileira.

Fontes: Renan Barbosa, Overmundo; Showlivre; TV Uol; Infonet; Wikipedia; Arthur Dapieve



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